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VIAGEM À COLÔNIA DE SACRAMENTO E MONTEVIDÉU

23/07/2019

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VIAGEM À COLÔNIA DE SACRAMENTO E MONTEVIDÉU

23/07/2019

Os associados que foram para Montevidéu e Colônia do Sacramento, tiveram uma ótima viagem e desfrutaram temperaturas amenas e dias ensolarados.

 

O câmbio é bastante favorável para o dinheiro brasileiro, 1 Real Brasileiro equivale a 7,69 Pesos Uruguaios, mas com a inflação alta, um almoço pode chegar a 450,00 pesos, o que acaba não fazendo diferença nos gastos.

Primeiramente ficamos hospedados em Colônia do Sacramento onde pudemos conhecer sua peculiaridade.

“Declarada patrimônio da humanidade, pela Unesco em 1995, localizada às margens do Rio da Prata, Colônia do Sacramento, foi alvo de disputa entre Espanha e Portugal que se revezaram no comando da cidade — fundada pelos lusitanos em 1680 —, em conflitos que terminaram em 1777, quando ao Espanha finalmente a incorporou ao seu domínio.

A cidade herdou ruas de pedra, casas de barro, fortificações  e a ocupação semelhante às cidades  brasileiras da mesma época, remetendo à maneira urbana colonial lusitana.

 

Distante 177km da capital uruguaia, e a apenas uma hora de barco da Argentina, Colônia é um passeio agradável e com certeza, poderíamos ter ficado mais tempo a caminhar pela cidade e por sua rambla à margem do Rio.


O centro histórico concentra a maior parte das atrações, sendo a melhor forma de conhecer Colônia através de caminhar, explorando cada praça e viela de sua parte mais antiga.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Erguido à época da colonização portuguesa, o Portón de Campo no centro histórico, inaugurado em 1745, servia de porta de entrada à cidade muralhada, com pilares de pedra, muros e ponte conservados por restaurações.


Existia a Capela e o Convento de São Francisco das quais sobraram ruínas — dessas edificações mais antigas de Colônia (a construção data de 1683). Após um incêndio destruir o convento, foi erguido um farol no lugar, de onde é possível ter uma vista panorâmica de toda a cidade, inclusive da Estação de Tratamento de Água.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Basílica do Santíssimo Sacramento, igreja matriz de Colônia, é a mais antiga do Uruguai, a obra começou em 1695, foi reconstruída tantas vezes que perdeu muito de suas características originais.

Não houve tempo para visitar os museus de Colônia que mantêm acervos com peças originais e réplicas do período colonial. O Museu Espanhol narra o período do domínio hispânico. Já o Museu Casa Nacarello, ao lado do Museu Municipal, representa uma típica casa portuguesa da época da fundação da cidade. Há até um museu indígena, com objetos pertencentes às tribos que habitavam a região.

Quem anda pelas ruas de Colônia tem a impressão de ter entrado em um túnel do tempo. Carros antigos, porém conservados, ainda circulam pelas ruas. Lampiões substituem postes. Casas de pedra e barro resistem à arquitetura moderna.

Especialmente na estreita Calle de los Suspiros, ou Rua dos Suspiros, em bom português. A rua, endereço atual de lojinhas e ateliês, é uma das poucas que mantêm o calçamento original e um dos cartões-postais mais famosos de Colônia. Há várias teorias sobre seu nome. Uma delas conta que os suspiros eram dos condenados à forca, executados ali.

Outra versão, mais ousada, diz que o lugar era refúgio de prostitutas, que suspiravam ao exercerem seu ofício com os marinheiros que aportavam na cidade, sedentos por diversão. Certeza mesmo, só se pode ter dos suspiros ouvidos hoje: são os turistas, admirados com a beleza de Colônia.


Se durante o período de ocupação estrangeira Colônia era invadida pelas antigas naus portuguesas e espanholas, hoje iates e barcos esportivos atracam aos portos da cidade. Em algumas épocas do ano, os píeres têm sua capacidade ultrapassada.

Também pudera: dos portos se vê o por do sol mais bonito da cidade.”

fonte: www.correiobraziliense.com.br

 

Os associados puderam também visitar a Plaza Del Toros del Real San Carlos foi inaugurada em 1910, admirável pela grandiosidade com diâmetro maior que 100 metros, em tijolos aparentes, onde existem arquibancadas em rica estrutura metálica, importada da Grã Bretanha.

Ali cabiam 10.000 espectadores e servia à realizações de touradas, funcionou durante dois anos, onde  foram realizadas apenas 8 touradas, devido a proibição das touradas no Uruguai, em 1912.

Hoje, pertencente ao Departamento (Estado) de Colônia, faz parte do Patrimônio Histórico Nacional, e a construção se encontra em ruínas.

 

Depois, em Montevidéu, tivemos a oportunidade de conhecer edifícios antigos, de meados do século XVIII, a Praça Independência,  os espaços urbanos com diversas pequenas praças e calçadões, a rambla ao longo da margem do Rio da Prata, o Mercado do Porto com sua construção de 1868, entre outros.

 

Aproveitamos também para conhecer a Vinícola Bouza com almoço requintado, harmonizado com diversos tipos de vinho e o Jantar no Primuseun  onde existe apresentação de  dança tango acompanhado de cantor com linda interpretação de tangos tradicionais, estilo musical que os uruguaios reivindicam a origem, dizendo que foi criado bem ali, na Praça Independência.

 

O museum funciona em um casarão do século XIX, que durante mais de 3 décadas vinha servindo de espaço particular para o armazenamento de uma gigantesca coleção de itens de seu proprietário, Aldo Mazzoni, e de seus filhos Florencia e Santiago.

Há poucos anos a família resolveu abrir esse acervo de mais de 3000 peças ao público, com uma proposta de unir a isso aspectos culturais, gastronômicos e musicais uruguaios, representados pelo tango, o vinho tannat e a culinária criolla. 

 

A viagem foi muito agradável e educativa, programe-se e não perca a próxima!!!